Diksha além da fé, a união

“A primeira vez que recebi a diksha foi no Brasil. Senti um profundo relaxamento no corpo. Mas foi na Índia que tive uma sensação de ampliação de consciência, um vazio, uma paz imensa, um silêncio muito grande. Passei a me ver fazendo as coisas, sentindo as emoções, pensando. Não estava mais grudada em mim mesmo. Era capaz de me observar sem a interferência de meus pensamentos. Ainda sinto isso. Não é que a gente muda, as coisas continuam acontecendo do mesmo jeito, mas muda a maneira de encará-las.”
OLGA TORRES, terapeuta aurasoma e arquiteta

Recebi a diksha pela primeira vez pelas mãos de Samvara Bodewig. Ela tocou a minha cabeça: uma espécie de vento forte subiu pela minha coluna que culminou jogando energia no topo da cabeça. Meu corpo saltou. Passei horas em claro, nos braços de uma imensidão silenciosa, sob o céu cujo brilho eu não conhecia”.
GERALDO VIEIRA, jornalista

“Tive sensações fortes desde a primeira vez, no Brasil. Fui para a Índia, e o processo se intensificou. Voltei e mudei toda a minha vida. Desisti de comprar um apartamento e investi tudo o que tinha num espaço de ioga e terapias complementares. Hoje transmito a bênção nele.”
RODRIGO FREITAS, administrador de empresas

Neste lugar, também acontecem cursos de uma semana para o reequilíbrio pessoal.

A atmosfera entre os doadores de diksha é sempre de afeto e bom humor. Eles sabem que cada pessoa tem seu jeito próprio de experimentar a bênção e, por isso, conseguem trabalhar com as expectativas. Acima, foto de Bhagavan e sua mulher, Amma.




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