Quadrilha, fogueira, pipoca, pé-de-moleque. Em junho, o país se transforma em um grande arraial. A festa vem do catolicismo, e comemorar os santos do mês é parte da tradição. O primeiro deles é santo Antônio, famoso pelos casamentos que arranja.
13 de Junho
As festas juninas guardam sinais de tradições. Inúmeros povos da Antiguidade, como os celtas, os egípcios e os persas, celebravam Juno, o deus da fertilidade, durante o solstício de verão – o dia mais longo e a noite mais curta do ano, que no hemisfério norte ocorre em junho. Ao pé da fogueira, eram feitas oferendas para garantir a boa colheita, espantar os maus espíritos e trazer a prosperidade. Com o tempo, a Igreja Católica aliou essas tradições a seu calendário.
Por aqui, as comemorações do mês de junho foram trazidas pelos portugueses e se uniram aos costumes indígenas (que também cultuavam o fogo) e aos dos negros. Desse caldeirão de culturas, veio o nosso jeito de festejar, com dança (quadrilhas), bandeiras coloridas e comida à base de amendoim e milho. Para agradar a santo Antônio, que recebeu o título de casamenteiro, em seu dia, 13 de junho, é erguido um mastro com sua imagem na ponta. Quem quer encontrar seu par tem que colocar a mão nele. Essa e outras simpatias fazem parte da festa.
SANTO ANTÔNIO
SÃO JOÃO
SÃO PEDRO